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domingo, 30 de dezembro de 2012

ZuL

Deixe-se estar,
e ser.
Seja da sua forma,
como pretendeu
ou de alguma que aparecer.

Coma a noite com morangos
sinta como a última
de sua vida existencial.

Deixe-me estar
e ser
da minha forma, como pretendi
ou depois, de alguma que aparecer.

Dividirei a noite com você
como se fosse a última
da nossa vida eterna.

Deixe-me ser a sua última noite
a primeira estrela, o raio de sol.

Pague para ver,
recebaerá o que vier
com mostarda
ketchup
e maionese.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Dica de beleza: seja você mesma

Sua beleza é tão única... Se poucos a exergam, a culpa não é sua.

Oh, meu poeta, poetinha vagabundo, nosso querido Vinícius de Moraes, concordo quando disse que “uma mulher tem que ter qualquer coisa além de beleza, qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade, um molejo de amor machucado”, no entanto, Vininha, não posso concordar que saber ser mulher é uma

tristeza quando se sabe bem o que é e assume sua beleza sem salão como necessidade.
Dessa forma, explico ao seu eu lírico que a mulher, esse ser abençoado de beleza interna e lutas, não foi feito apenas para amar, sofrer e ser só perdão. Foi feito para ser o que quiser, estar onde quiser e amar como sente que deva ser.

E às mulheres que saem à caça do padrão ideal de beleza eu digo: Cai nessa não, moça.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

sábado, 1 de dezembro de 2012

Boêmia

o claro do sol
e a brisa com motivo,
deixam mais colorida
a boêmia do dia.
folhas douradas no vento
refresco de mato
céu como eu.

a noite fica mais leve
nem escurece.
a súplica torna-se branda
o sono é exato, a brisa fala.
de repente já volta 
o céu como eu.


Curto a boêmia do dia.

Ana Terra