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sábado, 1 de dezembro de 2012

Ana Terra


Um comentário:

  1. Ana,
    Terra no nome, suor e mãos.
    Dela mesma tinha nada.
    Escritura, papel, leitura,
    Tinha não.
    Liberdade...

    Amor: conheceu bem,
    Mas pelo mal do amor ao preconceito,
    Morreu de morte matada.
    Sobrou cria de amado,
    Revolta no consciente,
    Força de guerreira.

    A alma foi postada pela metade,
    Sobreviveu à meia-sorte,
    Ana sobreviveu por um índio.

    Recomeço desnorteado,
    Sonhos agora podem brotar.
    A história continua,
    O herói, Ana!

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